Alcolumbre nega prorrogação da CPI do crime organizado
Brasília — O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), negou o pedido de prorrogação da CPI do Crime Organizado.
Segundo o relator da comissão, senador Alexandre Vieira (MDB-SE), a decisão foi unilateral, e Alcolumbre teria alegado que, “não seria adequado dar continuidade aos trabalhos da comissão durante o perito eleitoral para não tumultuar o processo”.
Vieira havia pedido que a CPI fosse prorrogada por mais 60 dias.
Em entrevista concedida após se reunir com Alcolumbre, o senador classificou a recusa do presidente do Senado como “um desserviço para o Brasil.
Nesta quarta-feira (8), às 10h, a comissão ouvirá o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, sobre o escândalo do Banco Master.
No dia 14, será ouvido o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. Ele deverá prestar depoimento e apresentar sugestões sobre as operações policiais no estado.
Vieira afirmou que o pedido de prorrogação da CPI não será levado ao STF, uma vez que a Corte já se manifestou contrária à continuidade da CMPI do INSS.
Além disso, o senador ressaltou que os parlamentares aguardam a decisão do ministro Kassio Nunes Marques (STF) a respeito do pedido de instalação de uma CPI para investigação sobre o caso Master.
O colegiado, instaurado em 3 de novembro de 2025, foi criado com o objetivo de apurar a estruturação, a expansão e o funcionamento de organizações, com foco na atuação de milícias e facções, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV).
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